Traga conforto e harmonia para sua face com a Dra. Elenisa Ferreira
Você sente dificuldade para morder, falar ou até mesmo respirar corretamente? A Cirurgia Ortognática pode ser a solução! Esse procedimento corrige alterações ósseas no maxilar e mandíbula, melhorando a função mastigatória, a harmonia facial e a qualidade de vida.
Dores intensas na mandíbula, dificuldade para abrir ou fechar a boca e estalos dolorosos ao mastigar podem ser sinais de Disfunção Temporomandibular (DTM). Essa condição afeta a articulação da mandíbula, podendo levar a limitação dos movimentos, travamento articular e até impactos na mordida.
Aquele incômodo no fundo da boca pode ser causado pelos sisos! Quando não há espaço suficiente para nascerem corretamente, eles podem provocar dor, inchaço e até infecções. A extração do siso é um procedimento seguro que evita problemas futuros e alivia o desconforto.
Os implantes dentários substituem dentes perdidos por meio de pinos de titânio inseridos no osso maxilar ou mandibular, que suportam próteses fixas. Proporcionam estética e funcionalidade semelhantes aos dentes naturais, sendo uma solução duradoura e segura.
Desconforto na região da mandíbula, bochechas, têmporas ou ouvidos, podendo estar ligado à ATM ou ao desalinhamento ósseo.
Mandíbula muito projetada, retraída ou mordida cruzada podem afetar a harmonia facial e prejudicar a mastigação.
Quando a posição dos maxilares compromete a mastigação eficiente e pode até interferir na dicção.
Estalos, cliques e crepitações ao abrir ou fechar a boca, sinalizando alterações na articulação temporomandibular.
Dificuldade para abrir completamente a boca, bocejar ou falar, muitas vezes acompanhada de dor ou tensão.
Cefaleias que podem ser reflexo de tensão na musculatura facial ou desalinhamentos na ATM.
Ronco e apneia do sono podem ter relação com o posicionamento inadequado da mandíbula e maxilas.
Apertar ou ranger os dentes, gerando desgaste, dores musculares e estresse na articulação da mandíbula.





Dra. Elenisa Ferreira é Cirurgiã Bucomaxilofacial formada pela Universidade Federal de Alagoas, com sólida formação acadêmica e atuação marcada pela excelência técnica. Possui especialização em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pelo Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC/FO/PUPE), com 8.640 horas de experiência prática e hospitalar, além de especialização em Implantodontia pela Associação Brasileira de Odontologia de Pernambuco. Atualmente é mestranda em CTBMF pela Universidade de Pernambuco, com ênfase em cirurgia ortognática, aprofundando sua atuação em procedimentos avançados. É inscrita no Colégio Brasileiro de CTBMF e ex-membro da Sociedade Brasileira de Anatomia, fortalecendo sua base científica e anatômica. Atua no sobreaviso do Hospital Esperança Recife, com experiência em cirurgia ortognática, trauma facial, cirurgias dos ossos da face e implantodontia, entregando cuidado especializado com precisão, segurança e compromisso com resultados de alto nível.
100% de avaliações positivas
Não, nem todas as pessoas são candidatas para a cirurgia ortognática. A indicação depende de uma avaliação criteriosa, que levará em conta fatores como o grau de desarmonia óssea, idade, saúde geral do paciente, estabilidade emocional e cooperação com o plano de tratamento. Além disso, é essencial que o crescimento ósseo da face esteja completo, o que geralmente ocorre após os 18-21 anos, dependendo do gênero.
Sim. Eles são usados antes da cirurgia para garantir o melhor encaixe durante a cirurgia e durante algum tempo pós cirurgia para otimizar o ajuste final da dentição.
Etapa I: avaliação (ortodontista + cirurgião)
Etapa II: preparação (ortodontia)
Etava III: Planejamento virtual para maior precisão e previsibilidade
Etapa IV: cirurgia
Etapa V: acompanhamento pós-operatório
Os problemas mais crônicos são os relacionados as dores da mandíbula/maxilo fora de encaixe, no entanto, há também as inúmeras dificuldades respiratórias que prejudicam as atividades rotineiras dos pacientes, incluindo o sono.
Há também os prejuízos funcionais (nem sempre associados a dor), comprometimento social e por fim as dores relacionadas a insatisfação estética do paciente.
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